Inspira e expira: Como respirar melhor pode te ajudar a correr melhor?

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Respirar é algo involuntário e automático. Você respira enquanto dirige, cozinha ou lê este texto sem perceber. Ao mesmo tempo, porém, podemos controlar o ritmo da nossa respiração se quisermos — intensificar, pausar, torná-la mais aguda ou mais acelerada. 

Na corrida ou durante a prática esportiva isso também acontece. Mas ter controle respiratório enquanto estamos praticando um esporte é mais difícil do que quando estamos parados, não é verdade? 

Por isso, a proposta deste novo texto para o blog do Instituto Olimpo é explicar, às leitoras e aos leitores que nos acompanham, a importância da respiração na corrida e como praticá-la de forma correta.

Até porque a prática de uma respiração adequada pode trazer ganhos ao seu rendimento físico, ajudando a correr mais rápido, por mais tempo e de modo mais prazeroso. 

Respirar é dar energia ao corpo

Respirar nada mais é que a entrada (inspirar) e a saída (expirar) de ar no nosso organismo.  

Sendo um pouco mais específico, é a inspiração de oxigênio e a saída de gás carbônico. Trata-se de esse ciclo fundamental para dar ao corpo as condições necessárias para a produção de energia que o colocará em movimento durante a corrida.

Quando estamos em um esforço intenso, o corpo, automaticamente, pede por mais oxigênio para a produção de mais energia para ser usada nesse trabalho. Ou seja, respirar mais para dar às células combustível para a produção de energia. 

Respirar pela boca ou pelo nariz?

Não há uma resposta definitiva para essa pergunta. Educadores físicos orientam os corredores a adotarem o método  pelo qual se sentem mais confortáveis e mais adaptados.

Mas, a quantidade de ar que chega ao corpo está relacionada à região por onde ele entra. Se estiver em uma situação que requer mais força — ou seja, de mais energia — pode ser interessante respirar pela boca para introduzir uma quantidade maior de oxigênio.

Na corrida não é possível respirar de forma longa e profunda como nas meditações. Mas é importante lembrar que na respiração rápida e curta, o corpo não será abastecido com uma quantidade de oxigênio suficiente, o que levará a sensação de cansaço. 

“Respirar pelo abdômen”

Como a qualidade da nossa corrida está relacionada à quantidade de oxigênio disponível em nosso corpo, uma boa orientação é usar a região abdominal para respirar, ao invés do tórax.

Como fazer isso? Deite no chão e inspire o ar de modo a inchar a barriga, e expire até que ela murche. Pratique isso parado para se acostumar e, em seguida, procure aplicar durante a corrida. 

Essa técnica ajuda, inclusive, para evitar (ou aliviar) as dores na região da costela, provocada por movimentos acelerados do diagrama causados por respiração acelerada. Para essa dor passar, a dica é inspirar e soltar todo o ar contraindo o abdômen. Isso vai alongar e contrair o diafragma,  e aliviando a tensão e a dor.

O corpo tende a gostar mais do estado equilibrado

Seja parado, em movimento pouco intenso e em um movimento acelerado, o corpo se sente mais confortável em equilíbrio. Em termos de respiração, isso significa que a quantidade de oxigênio que entra deve ser parecida com a quantidade de gás carbônico que é expirada.

Portanto, não é interessante nem respirar muito a ponto de não conseguir colocar todo o gás carbônico para fora, como também não é bom respirar curto e não abastecer o corpo com oxigênio.

Até encontrar uma respiração que leve ao equilíbrio da quantidade de saída e entrada de ar de forma automática. Até isso acontecer, leva tempo, e exige treino e adaptação. Enquanto isso não acontece, é normal sentir falta de ar no começo e dores na região da costela, como foi mencionado acima. 

Com isso,  busque achar uma velocidade em que consiga manter o ritmo respiratório que melhor se encaixa ao seu estilo para buscar esse equilíbrio. Uma maneira de chegar a isso é manter os passos sincronizados com a respiração.

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